Todo mundo é de algum lugar. O Brasil não cabe numa bandeira só. Cabe num "égua", num "oxente", num "uai". No jeito que sua avó fala, no nome do seu bairro. Não existe brasileiro genérico. Existe gente do sertão, da beira do rio, da quebrada, da capital, cada um com sua terra na boca. A Tupini desenha isso. Em algodão brasileiro, pra durar o tanto que a saudade dura. Não achou a sua terra? Manda mensagem. A gente desenha. Ser de algum lugar é a nossa arte.